Urbanização Brasileira

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Urbanização Brasileira

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1. Em 2014, um total de 450 milhões de pessoas compartilhavam o solo de 28 áreas metropolitanas em todo o planeta. Difícil impedir a autoconstrução, como se fosse um videogame. “Há um aspecto fundamental: a luta pela cidade”, afirma Abílio Guerra, urbanista e arquiteto brasileiro. “É difícil encontrar fórmulas adequadas no Governo das cidades. Na maior parte das vezes, a iniciativa privada passa por cima dos interesses da população, sem que o poder político tome medidas contra os abusos. Os grandes prejudicados são os espaços públicos das cidades. O padrão se repete na maioria das capitais latino-americanas. Em Bogotá seus 7,8 milhões de habitantes se acotovelam, produto da maior densidade urbana em toda a região: 26.200 pessoas por quilômetro quadrado. A quantidade cresce em 170 pessoas por dia. E a administração dá carta livre à construção para prover abrigo a essa demanda. Disponível em: http://goo.gl/L49Oi0. Acesso em: 20 fev. 2021 (adaptado).   O texto apresenta uma das consequências do padrão de urbanização da América Latina: a sobreposição do interesse privado sobre o público nos espaços das grandes cidades. Esse padrão de urbanização latino-americano apresenta um conjunto de características peculiares, responsáveis por diversas consequências sócio espaciais, como, por exemplo o

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2. (Fmp 2021)  Observe a charge sobre o déficit habitacional A crítica contida na charge é dirigida centralmente ao problema da

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3. (Espcex (Aman) 2021)  O censo demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1970, revelou pela primeira vez uma importante mudança no perfil da população brasileira: passamos a ser um país predominantemente urbano. A respeito da urbanização nacional, é correto afirmar que: A urbanização ocorreu de forma acelerada, concentrada e apoiada no êxodo rural, simultaneamente ao vigoroso processo de industrialização verificado no Pós-Segunda Guerra. Problemas em comum de infraestrutura viária, abastecimento de água, saneamento básico, coleta de lixo, dentre outros, resultaram na criação das regiões metropolitanas no início da década de 1970. Atualmente, o Centro-Oeste é a terceira região mais urbanizada do País, basicamente em função de três fatores: a fundação de Brasília, a construção de grandes eixos rodoviários de integração nacional e a acentuada mecanização das lavouras. Os critérios adotados pelo IBGE para definir o grau de urbanização seguem padronização internacional, não havendo, portanto, divergência em relação aos utilizados pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas, dentre as listadas acima.  

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4. (Fmp 2021) Considere o texto sobre a rede urbana brasileira. Existem no país doze grandes redes de influência, que interligam até mesmo municípios situados em diferentes estados. A rede centralizada por São Paulo, por exemplo, também abrange parte de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, do Mato Grosso, de Rondônia e do Acre. O Rio de Janeiro tem projeção no próprio estado, no Espírito Santo, no sul da Bahia, e na Zona da Mata mineira. A rede de Brasília influi no oeste da Bahia, em alguns municípios de Goiás e no noroeste de Minas Gerais. As outras nove redes de influência são centralizadas por Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Goiânia, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre. Foram analisadas informações fornecidas pela rede de agências do IBGE sobre 4.625 municípios, e registros administrativos do próprio Instituto, de órgãos estatais e de empresas. A atual configuração da rede urbana brasileira é comparada com estudos feitos pelo IBGE em 1972, 1987 e 2000. Disponível em: <https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/13558-asi-ibgemostra-a-nova-dinamica-da-rede-urbana-brasileira>. Acesso em: 7 set. 2020. Adaptado. Na rede urbana, as cidades são hierarquizadas. Nessa hierarquia do IBGE, a cidade do Rio de Janeiro é classificada como

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5. (Uerj 2020)  MUITA GENTE SEM CASA, MUITA CASA SEM GENTE   A Constituição de 1988 e o Estatuto da Cidade de 2001 contemplam a função social da cidade. O problema é que, com a desindustrialização das metrópoles, a cidade deixou de ser o lugar de produção de bens e virou o próprio objeto da produção econômica. Em consequência dessa mudança, o número de imóveis vazios supera e muito o de famílias com problemas de moradia, como indicam os gráficos abaixo. A contradição apresentada no texto e nos gráficos deve-se ao fato de que o espaço urbano possui, simultaneamente, os seguintes atributos: 

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