Romantismo no Brasil – Terceira geração – Condoreirismo

Exercicio de fixação

Romantismo no Brasil - Terceira geração - Condoreirismo

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1. A terceira geração do romantismo possui características marcantes que se relacionam com o momento histórico, político e social. Assinale a alternativa que melhor descreve essa fase da literatura brasileira:

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2. Poeticamente, o sal metaforiza o mar, as lágrimas, a força de viver. Castro Alves, em sua obra poética, lança mão desse recurso para unir arte e crítica social. Observe os fragmentos: Fragmento 1 – “A Canção do Africano” Lá, na úmida senzala, Sentado na estreita sala, Junto ao braseiro, no chão, Entoa o escravo o seu canto, E ao cantar correm-lhe em pranto Saudades do seu torrão... Fonte: CASTRO ALVES, 1995, p. 100. Fragmento 2 - “O Navio Negreiro” Senhor Deus dos desgraçados! Dizei-me vós, Senhor Deus! Se eu deliro... ou se e verdade Tanto horror perante os céus... O mar, por que não apagas Co'a esponja de tuas vagas De teu manto este borrão?... Astros! noite! tempestades! Rolai das imensidades! Varrei os mares, tufão!...  Fonte: CASTRO ALVES, 1995, p. 137. Em relação a esses versos, é possível afirmar: O canto, as saudades e o pranto do escravo, no primeiro fragmento, são decorrentes do cativeiro resultante da escravidão, situação aviltante ao ser humano. O “horror perante os céus” a que se refere o eu lírico, no segundo fragmento, corresponde ao tráfico de escravos, mácula sociomoral que envergonha o Brasil. III. Em ambos os fragmentos, a crueldade da escravidão se faz presente. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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3. Leia as duas estrofes abaixo, extraídas do poema “Boa-Noite”, do poeta romântico Castro Alves: BOA-NOITE, Maria! Eu vou-me embora. A lua nas janelas bate em cheio. Boa-noite, Maria! É tarde... é tarde... Não me apertes assim contra teu seio. Boa-noite!... E tu dizes – Boa-noite. Mas não digas assim por entre beijos... Mas não mo digas descobrindo o peito, – Mar de amor onde vagam meus desejos. (ALVES, Castro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2004, p. 122.) Nas estrofes acima, a visão que o eu lírico deixa transparecer do amor que sente é repleta de:

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4. “Era um sonho dantesco... o tombadilhoQue das luzernas avermelha o brilho.Em sangue a se banhar.Tinir de ferros... estalar de açoite...Legiões de homens negros como a noite,Horrendos a dançar...” (Castro Alves, O Navio Negreiro) A palavra de Castro Alves seria, no contexto em que se inseriu, uma palavra aberta à realidade da nação, indignando-se o poeta com o problema do escravo e entusiasmando-se com o progresso e a técnica que já atingiam o meio rural. Esse último aspecto permite afirmar que Castro Alves:

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5.   Oh! eu quero viver, beber perfumes Na flor silvestre, que embalsama os ares; Ver minh’alma adejar pelo infinito, Qual branca vela n’amplidão dos mares. No seio da mulher há tanto aroma… Nos seus beijos de fogo há tanta vida… – Árabe errante, vou dormir à tarde À sombra fresca da palmeira erguida. Nesta estrofe de “Mocidade e Morte”, de Castro Alves, reúnem-se vários dos temas e aspectos mais característicos de sua poesia, caracterizados pela terceira geração romântica. São eles:

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