Kant e o imperativo categórico

Exercicio de fixação

Kant e o imperativo categórico

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1. 02) UNICENTRO (2011) Analisando os princípios da consciência moral, Immanuel Kant concluiu que a vontade humana é verdadeiramente moral quando regida por imperativos categóricos. Segundo esse filósofo, o homem deve agir “de tal maneira que a máxima de sua ação possa sempre valer como princípio universal de conduta”. De acordo esse imperativo, a autonomia da razão para legislar supõe a liberdade e o dever e, desse modo, pode-se afirmar que o fundamento dessa norma de conduta

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2.   03) Uel (2015)    Leia o texto a seguir.   As leis morais juntamente com seus princípios não só se distinguem essencialmente, em todo o conhecimento prático, de tudo o mais onde haja um elemento empírico qualquer, mas toda a Filosofia moral repousa inteiramente sobre a sua parte pura e, aplicada ao homem, não toma emprestado o mínimo que seja ao conhecimento do mesmo (Antropologia). KANT, I. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Trad. de Guido A. de Almeida. São Paulo: Discurso Editorial, 2009. p.73.   Com base no texto e na questão da liberdade e autonomia em Immanuel Kant, assinale a alternativa correta.

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3. 04) Uel (2011)    Leia o texto a seguir.   Na Primeira Secção da Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Kant analisa dois conceitos fundamentais de sua teoria moral: o conceito de vontade boa e o de imperativo categórico. Esses dois conceitos traduzem as duas condições básicas do dever: o seu aspecto objetivo, a lei moral, e o seu aspecto subjetivo, o acatamento da lei pela subjetividade livre, como condição necessária e suficiente da ação. (DUTRA, D. V. Kant e Habermas: a reformulação discursiva da moral kantiana. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 29.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria moral kantiana, é correto afirmar:

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4. 05) Ufu (2013)  Autonomia da vontade é aquela sua propriedade graças à qual ela é para si mesma a sua lei (independentemente da natureza dos objetos do querer). O princípio da autonomia é, portanto: não escolher senão de modo a que as máximas da escolha estejam incluídas simultaneamente, no querer mesmo, como lei universal.  KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Tradução de Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 1986, p. 85.    De acordo com a doutrina ética de Kant: 

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