Níveis tróficos e cadeias alimentares

Exercicio de fixação

Níveis tróficos e cadeias alimentares

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1. 1 ) Durante uma aula de campo no maciço de Baturité, os alunos pararam para descansar e almoçar, enquanto isso, o professor aproveitou para olhar a bela paisagem e refletir: A vida leva e traz,A vida faz e refaz,Será que quer acharSua expressão mais simples? Nisto os alunos que estavam ali próximos do professor, perguntam o que realmente ele quis dizer com tais palavras. Sabendo do assunto, você compreende que os versos de autoria do professor podem ser traduzidos, no âmbito da Biologia, para os diversos ecossistemas existentes. Neles, os seres vivos ocupam diferentes nichos, participando do ciclo da matéria.Dentre os seres abaixo relacionados, aqueles que devolvem a matéria à sua expressão mais simples, para reiniciar o ciclo, são os

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2. 1. Durante uma aula de campo no maciço de Baturité, os alunos pararam para descansar e almoçar, enquanto isso, o professor aproveitou para olhar a bela paisagem e refletir: A vida leva e traz,A vida faz e refaz,Será que quer acharSua expressão mais simples? Nisto os alunos que estavam ali próximos do professor, perguntam o que realmente ele quis dizer com tais palavras. Sabendo do assunto, você compreende que os versos de autoria do professor podem ser traduzidos, no âmbito da Biologia, para os diversos ecossistemas existentes. Neles, os seres vivos ocupam diferentes nichos, participando do ciclo da matéria.Dentre os seres abaixo relacionados, aqueles que devolvem a matéria à sua expressão mais simples, para reiniciar o ciclo, são os

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3. 2. HARRIS, S. A Ciência ri. São Paulo: Unesp, 2007. A charge ilustra a transferência de matéria numa cadeia alimentar.Considerando as setas indicativas de entrada e saída de energia nos níveis tróficos, o esquema que representa esse fluxo éLegenda: P produtores; C1 consumidor primário; C2 consumidor secundário e C3 consumidor terciário.

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4. 3. QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003. A posição ocupada pela vaca, na interação apresentada na tirinha, a caracteriza como

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5. 4. O uso de defensivos agrícolas é preocupante pela sua toxidade aos ecossistemas, tanto ao meio biótico como abiótico, afetando as cadeias alimentares. Alguns defensivos, como o DDT (dicloro-difenil- tricloroetano), por serem muito estáveis, entram nas cadeias alimentares e permanecem nos ecossistemas PASCHOAL, A. D. Pragas, praguicidas e a crise ambiental: problemas e soluções. Rio de Janeiro: FGV, 1979 (adaptado). Com base nas informações e na figura, o elo da cadeia alimentar que apresentará as maiores concentrações do defensivo é o do(a

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6. 5. A atividade pesqueira é, antes de tudo, extrativista, o que causa impactos ambientais. Muitas espécies já apresentam sério comprometimento em seus estoques e, para diminuir esse impacto, várias espécies vêm sendo cultivadas. No Brasil, o cultivo de algas, mexilhões, ostras, peixes e camarões, vem sendo realizado há alguns anos, com grande sucesso, graças ao estudo minucioso da biologia dessas espécies. Os crustáceos decápodes, por exemplo, apresentam, durante seu desenvolvimento larvário, várias etapas com mudança radical de sua forma. Algumas das fases larvárias de crustáceos Não só a sua forma muda, mas também a sua alimentação e hábitat. Isso faz com que os criadores estejam atentos a essas mudanças, porque a alimentação ministrada tem de mudar a cada fase. Se para o criador, essas mudanças são um problema; para a espécie em questão, essa metamorfose apresenta uma vantagem importante para sua sobrevivência, pois

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