(Fmp 2020) O texto a seguir aborda o "movimento de nacionalização do ensino", empreendido pelo governo brasileiro durante o Estado Novo.
Ele teve como alvo as escolas dos núcleos estrangeiros, sobre as quais já pairavam muitas desconfianças. Mas o autoritarismo do Estado Novo tornou a "nacionalização" bem mais violenta e arbitrária, particularmente quando dirigida às escolas alemãs e japonesas.
GOMES, A. C. O homem que virou palácio. Revista de História da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: ano 1, nº 2, ago. 2005, p. 84.
As ações descritas pelo texto da historiadora Ângela de Castro Gomes, referentes a escolas alemães e japonesas, são justificadas pela
(Uel 2020) Para proteger o seu patrimônio, o museu do Louvre, em Paris, transferiu para locais secretos grande parte de seu acervo mais valioso e representativo durante a Segunda Guerra Mundial. O Brasil participou dessa Guerra, como documentado no museu da Força Expedicionária Brasileira, no Rio de Janeiro. Os documentos registram o envio de mais de 25 mil integrantes, dos quais cerca de 12 mil foram feridos e, aproximadamente, 470 mortos.
Sobre essa guerra, é correto afirmar que os brasileiros combateram os
“(...) A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.
Os telegramas de Moscou repetem Homero.
MasHomero é velho. Os telegramas cantam um mundo novo
que nós, na escuridão, ignorávamos.
Fomos encontrá-lo em ti, cidade destruída,
na paz de tuas ruas mortas, mas não conformadas,
no teu arquejo de vida mais forte que o estouro das bombas,
na tua fria vontade de resistir.”
(Carlos Drummond de Andrade. Carta a Stalingrado do livro "Rosa do Povo". Em Poesia e Prosa. Rio de janeiro, Editora Nova Aguilar, 1983)
O trecho acima relata, poeticamente, uma das maiores batalhas da Segunda Guerra Mundial, a batalha de Stalingrado, em 1943, na União Soviética. Stalingrado tornou-se sinônimo mundial do heroísmo e da luta pela pátria.
A respeito desse episódio histórico e suas consequências é correto assinalar que